Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Contador D'Estórias

Um blog com estórias dentro.

Contador D'Estórias

Um blog com estórias dentro.

Sab | 13.05.17

Gato Preto, Gato Preto

Carina Pereira
O gato era vadio. Preto, de jeito dócil, não hesitou em aproximar-se quando ela colocou o pires com leite do lado de fora da porta. Quando acabou de beber, miou a pedir mais e enroscou-se nas suas pernas. Estava ferido numa das patas e mancava, mas parecia esquecido disso quando ela lhe trouxe o segundo pires e alguma coisa que sobrara do almoço para ele comer. Ficou por ali a tarde toda, depois desapareceu. No dia seguinte, quando Rita chegou da escola, lá estava ele outra vez. A mãe (...)
Seg | 22.06.15

Maria Clara, A Pequena Detective

Carina Pereira
Agora que o concurso do Pingo Doce já acabou e que eu, obviamente, não ganhei, já posso publicar a história que escrevi para nele participar. É muito simples e certamente pequena para um concurso com este calibre, mas na altura foi o que consegui escrever. Histórias infantis são difíceis!*Maria Clara, a Pequena Detective Nessa manhã Maria Clara tinha-se levantado para o rebuliço do dia. Normalmente, gostava de acordar e ouvir os pássaros a cantarem, deixar-se espreguiçar como (...)
Seg | 22.06.15

Maria Clara, A Pequena Detective

Carina Pereira
Agora que o concurso do Pingo Doce já acabou e que eu, obviamente, não ganhei, já posso publicar a história que escrevi para nele participar. É muito simples e certamente pequena para um concurso com este calibre, mas na altura foi o que consegui escrever. Histórias infantis são difíceis!*Maria Clara, a Pequena Detective Nessa manhã Maria Clara tinha-se levantado para o rebuliço do dia. Normalmente, gostava de acordar e ouvir os pássaros a cantarem, deixar-se espreguiçar como (...)
Sab | 20.06.15

A Morte, A Vida E Outras Entidades

Carina Pereira
Este será talvez o penúltimo capítulo desta história que eu publicarei aqui. Introduzo mais uma personagem e estão quase todas apresentadas. Agora, era bom que eu desse corda aos dedos e recomeçasse a escrever esta história com mais pressa, ou não estará pronta antes do prazo que eu  tinha colocado a mim mesma, que era o final deste ano. E não é por falta de ideias, sei perfeitamente onde esta história tem de ir. É mesmo por preguiça, essa inércia que nos prende ao (...)
Sab | 20.06.15

A Morte, A Vida E Outras Entidades

Carina Pereira
Este será talvez o penúltimo capítulo desta história que eu publicarei aqui. Introduzo mais uma personagem e estão quase todas apresentadas. Agora, era bom que eu desse corda aos dedos e recomeçasse a escrever esta história com mais pressa, ou não estará pronta antes do prazo que eu  tinha colocado a mim mesma, que era o final deste ano. E não é por falta de ideias, sei perfeitamente onde esta história tem de ir. É mesmo por preguiça, essa inércia que nos prende ao (...)
Sab | 16.05.15

O Sujeito E O Predicado

Carina Pereira
Namoravam à porta de casa dela, sobre a supervisão da mãe, que tricotava variados panos, panos que eram guardados mais tarde num baú de verga, designado desde a sua nascença para manter todas as quinquilharias que a mãe achava importante fazerem parte de um enxoval.Ela era uma rapariga de respeito; ao contrário das outras não se dava a desvarios, não se vestia de maneira provocante e, mais importante, fazia sempre aquilo que os pais, pessoas de nobre carácter e costumes brandos, (...)
Sab | 16.05.15

O Sujeito E O Predicado

Carina Pereira
Namoravam à porta de casa dela, sobre a supervisão da mãe, que tricotava variados panos, panos que eram guardados mais tarde num baú de verga, designado desde a sua nascença para manter todas as quinquilharias que a mãe achava importante fazerem parte de um enxoval.Ela era uma rapariga de respeito; ao contrário das outras não se dava a desvarios, não se vestia de maneira provocante e, mais importante, fazia sempre aquilo que os pais, pessoas de nobre carácter e costumes brandos, (...)
Sex | 15.05.15

A Morte, A Vida E Outras Entidades

Carina Pereira
Tenho vindo a escrever esta história com vagar, mas de forma consistente. Por estranho que possa parecer, têm até surgido personagens quase sem eu as adivinhar; vêm assim sem pré-aviso e eu não tenho outro remédio senão aceitá-las.Neste momento estou a trabalhar no capítulo doze, mas os capítulos são pequenitos porque cada capítulo é uma personagem, e as coisas ainda estão a começar a acontecer.Deixo aqui o terceiro capítulo para já, que é um bocadinho mais longo que os (...)
Sex | 15.05.15

A Morte, A Vida E Outras Entidades

Carina Pereira
Tenho vindo a escrever esta história com vagar, mas de forma consistente. Por estranho que possa parecer, têm até surgido personagens quase sem eu as adivinhar; vêm assim sem pré-aviso e eu não tenho outro remédio senão aceitá-las.Neste momento estou a trabalhar no capítulo doze, mas os capítulos são pequenitos porque cada capítulo é uma personagem, e as coisas ainda estão a começar a acontecer.Deixo aqui o terceiro capítulo para já, que é um bocadinho mais longo que os (...)
Sab | 18.04.15

A Morte, A Vida E Outras Entidades

Carina Pereira
Finalmente a minha estória tem um título!Depois de semanas sem saber que nome dar ao que provisoriamente chamei de "A Estória Da Morte," esta semana, enquanto trabalhava e pensava sobre tudo isto, o nome surgiu.Todas as publicações referentes à história serão etiquetadas com o título da mesma daqui para a frente. E, por causa disso, aqui fica mais um capítulo, que apresenta mais uma personagem. Qualquer capítulo poderá estar sujeito a edição.*
Sab | 18.04.15

A Morte, A Vida E Outras Entidades

Carina Pereira
Finalmente a minha estória tem um título!Depois de semanas sem saber que nome dar ao que provisoriamente chamei de "A Estória Da Morte," esta semana, enquanto trabalhava e pensava sobre tudo isto, o nome surgiu.Todas as publicações referentes à história serão etiquetadas com o título da mesma daqui para a frente. E, por causa disso, aqui fica mais um capítulo, que apresenta mais uma personagem. Qualquer capítulo poderá estar sujeito a edição.*
Dom | 12.04.15

A Estória Da Morte - Capítulo Um

Carina Pereira
No mês passado comecei a escrever uma história, provisoriamente chamada de "A Estória Da Morte." Títulos são difíceis e não sei realmente que nome dar a esta narrativa, por enquanto vou-me referir a ela desta forma.Estou a escrever os capítulos por personagens, são capítulos pequenos, e como tinha prometido ir partilhando aquilo que vou escrevendo, aqui vai mais um excerto, desta vez do primeiro capítulo. Poderei fazer revisões mais tarde, mas para já terminei-o assim.Estou (...)
Dom | 12.04.15

A Estória Da Morte - Capítulo Um

Carina Pereira
No mês passado comecei a escrever uma história, provisoriamente chamada de "A Estória Da Morte." Títulos são difíceis e não sei realmente que nome dar a esta narrativa, por enquanto vou-me referir a ela desta forma.Estou a escrever os capítulos por personagens, são capítulos pequenos, e como tinha prometido ir partilhando aquilo que vou escrevendo, aqui vai mais um excerto, desta vez do primeiro capítulo. Poderei fazer revisões mais tarde, mas para já terminei-o assim.Estou (...)
Qui | 19.03.15

O Homem Que Não Queria Morrer... Morreu

Carina Pereira
Ou, pelo menos, está comatoso.Lembram-se de, há uns tempos atrás, eu ter feito um post, este post, a explicar que queria escrever um "livro" este ano? Pois bem, de boas intenções estava esta intenção cheia. Não passei do prólogo desta história. Lá dei voltas à cabeça e tinha uma ideia vaga do que queria fazer com a história, mas acabei por desistir. (...)
Qui | 19.03.15

O Homem Que Não Queria Morrer... Morreu

Carina Pereira
Ou, pelo menos, está comatoso.Lembram-se de, há uns tempos atrás, eu ter feito um post, este post, a explicar que queria escrever um "livro" este ano? Pois bem, de boas intenções estava esta intenção cheia. Não passei do prólogo desta história. Lá dei voltas à cabeça e tinha uma ideia vaga do que queria fazer com a história, mas acabei por desistir. (...)
Ter | 17.03.15

Amor Cadente

Carina Pereira
Saiu correndo atravessando a aldeia, carregando uma camisa mal vestida contra o corpo e o cabelo sublinhando o ar ensonado, espetado em todas as direcções. Bradava, alto e bom som, e à sua passagem as janelas e portas das casas há muito adormecidas abriam-se, libertando a luminosidade dos candeeiros e deixando-a penetrar a escuridão da rua.Ninguém sabia para onde se dirigia aquela alma penada que de etérea nada tinha e era barulhenta, demasiado barulhenta para as duas horas da (...)